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'o retorno do encontro', 2020
“Em 2019, inspirada por escritos de Ailton Krenak e sua coletanea ‘O retorno do encontro, eu adentrei nos arquivos cartográficos da invasão do território, que hoje é nomeado como Brasil, e me interessou muito esses registros cartográficos assim como as imagens, os desenhos usados como sustentação dessa mentira colonial de que o Brasil foi descoberto”. No entrelace entre arte, política e história, a artista Bianca Turner em “O retorno do encontro” utiliza os mapas do período da expansão europeia, sobrepostos com imagens reais do desmatamento da Amazônia que se encontram com sonoridades e vozes, desafiando a lógica do discurso colonial, dentre elas o discurso de Ailton Krenak na Assembléia Constituinte de 1988, no Brasil. Sua pesquisa explora a noção do arquivo como imposição imperialista, a expansão do tempo-espaço por meio do uso de recursos audiovisuais e a vídeo projeção em relação com o corpo. {publicação do 40° Arte Pará}
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