Videoarte criada a partir de uma imagem encontrada no Arquivo Ultramarino Português, em Lisboa, intitulada “A floresta virgem do Brasil”.
A obra parte das nomeações atribuídas às gravuras produzidas no início do período colonial, bem como das condições de sua criação — muitas vezes realizadas por estrangeiros que sequer haviam estado no Brasil e que produziam imagens com base em relatos de viajantes. A partir disso, estabelece uma relação direta entre esses processos históricos de descrição e construção imagética e os prompts utilizados por inteligências artificiais hoje, evidenciando a continuidade de uma lógica de mediação e a hegemonia algorítmica na produção contemporânea de imagens.
CC BY-NC-ND (Atribuição-NãoComercial-NãoDerivado):
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